No bar lotado, ela reunia todas as forças possíveis para se manter calma na frente de todos, enquanto ele se deliciava com cada expressão dela.
Tudo começou porque certo dia, os dois conversavam sobre brinquedos eróticos e ele falou sobre aqueles vibradores sem fio. Ela riu e brincou, dizendo que eles deviam comprar e usar em público. Ele concordou, mas secretamente levou a brincadeira a sério, comprou um e ficou aguardando o momento ideal para a presentear. Depois de algum tempo, quando ela já havia esquecido do assunto, ele a chamou para sair com os amigos deles e, quando estavam prestes sair de casa, a entregou uma pequena caixa e disse que seria bem mais legal se ela usasse o que havia dentro. Assim que ela abriu e viu o que havia dentro, o olhou de volta, que sorria, a desafiando. Então foi para o quarto e logo saiu de mãos vazias. Quando estavam saindo, ele colocou a mão no bolso, e ao encontrar o controle do vibrador, apertou um dos botões, o que a fez parar por alguns segundos. Ela havia aceitado o desafio.
A noite iria ser muito divertida.
Logo que chegaram no bar, encontraram os amigos, o que para ele significava que era a hora ideal de testar a resistência dela. Além disso, o local estava cheio, já que havia uma festa rolando, o que deixou o jogo muito mais interessante. Enquanto bebiam e conversavam, ele, sentado de frente pra ela, usava o controle numa intensidade baixa. Ela o encarava provocando, enquanto continuava a conversar com as amigas. Enquanto a noite passava, ele ia aumentando mais a intensidade das vibrações, e ela se segurava o quanto podia, mas sabia que já estava começando a ficar mais difícil de aguentar. Mordia o lábio e a respiração dela ia ficando mais rápida em alguns momentos. As amigas perguntavam o que havia, pois ela estava parecia agitada demais, ao que ela respondia que era apenas efeito da bebida. Ele também estava inquieto, o excitava demais saber que naquele momento, ele realmente a tinha na palma da mão. Então, ele pôs a intensidade do vibrador do máximo, e depois de alguns minutos ela não conseguiu mais resistir. Gritou o seu nome e ordenou que parasse. Todo mundo ficou olhando sem entender nada, e os dois caíram na gargalhada.
Ela se levantou para ir no banheiro, e quando voltou, mais tranquila, sentou ao lado dele.
-– Vai ter volta – disse ela maliciosamente, sussurrando em seu ouvido.
Ele riu, e depois de um gole de cerveja, a olhou desafiador.
– Mal posso esperar.