Madrugada
Os dois saíram pra ver um filme, mas no caminho ela sugeriu que os dois podiam passar no bar de sempre para tomar um drink ou umas cervejas, depois que o filme acabasse. "Ou a gente pode nem ir ao cinema e já começa a beber de agora", ele brincou. Ela, olhando pra ele seriamente, falou "ainda bem que a gente nem chegou a comprar os ingressos, porque é exatamente isso que a gente vai fazer agora". Ele olhou incrédulo, já que ela queria muito ver o filme até o dia anterior, mas não questionou e só mudou de caminho.
No bar, ainda não havia muita gente, mas alguns amigos deles já estavam por lá. Depois de falar com todo mundo e se sentarem a mesa, ele a perguntou o que queria beber, que respondeu que daquela vez os dois iam começar diferente. Ele ficou sem entender, e ela só levantou e foi até o balcão, voltando uns minutos depois com duas tequilas. Antes dele ter tempo de protestar, ela perguntou se ele tinha ficado com medo, o que o tirou do sério, já que ela sabia que ele cairia muito fácil na provocação. "Você tá jogando um jogo muito perigoso", ele disse, ao que ela respondeu "você já me viu perder alguma vez?". Os amigos também entraram na onda e, em pouco tempo, a mesa já estava animada e a noite nem havia começado direito. Enquanto conversavam com os amigos, ele sentiu a mão dela subindo pela coxa dele. Instintivamente ele olhou em volta pra ver se alguém havia percebido, mas todo mundo estava empolgado na conversa, inclusive ela, que agia como se não estivesse acontecendo nada, mas embaixo da mesa passeava com a mão apertando e acariciando o pênis dele, por cima da calça. No momento em que ela se preparava para abrir o zíper, chegou mais uma amiga deles, o que a obrigou a parar, e ele agradeceu em silêncio, porque sabia que a situação estava muito preocupante, e ia piorar se continuasse do jeito que estava. Então a amiga propôs que todo mundo se levantasse pra dançar, já que não havia de casa pra ficar parada, e todo mundo atendeu ao chamado.
Quando todo mundo se levantou, ele perguntou a ela se as tequilas que haviam tomado bateram errado, e ela respondeu que era justamente o contrário, bateram certo demais. Enquanto todos dançavam, ele a abraçou por trás, e ela o sentiu que ele continuava ereto. Então, ela começou a se movimentar lentamente, pressionando os quadris contra ele, que respondia a altura, a apertando forte. A luz e a música também ajudavam a criar o clima, e logo haviam outros casais dançando, o que os deixou mais à vontade para se empolgarem um pouco mais. Ele beijava o pescoço dela, o que a fez virar e o beijar com vontade, com as mãos percorrendo os corpos ousada, mas discretamente. Depois de alguns minutos, ele perguntou se já não estava na hora de ir embora, e ela concordou, já que também estava com vontade de terminar o que havia começado. Se despediram dos amigos, e seguiram para casa.
Mal tiveram tempo de entrar, e ele a segurou pelo pescoço e empurrou contra a parede e logo já estava de joelhos, a chupando com devoção. Quando viu que ela estava prestes a gozar, ele parou, o que a deixou desnorteada. "Eu tô só começando", disse ele, enquanto a jogava no sofá.
A madrugada dos dois ia ser longa.
No bar, ainda não havia muita gente, mas alguns amigos deles já estavam por lá. Depois de falar com todo mundo e se sentarem a mesa, ele a perguntou o que queria beber, que respondeu que daquela vez os dois iam começar diferente. Ele ficou sem entender, e ela só levantou e foi até o balcão, voltando uns minutos depois com duas tequilas. Antes dele ter tempo de protestar, ela perguntou se ele tinha ficado com medo, o que o tirou do sério, já que ela sabia que ele cairia muito fácil na provocação. "Você tá jogando um jogo muito perigoso", ele disse, ao que ela respondeu "você já me viu perder alguma vez?". Os amigos também entraram na onda e, em pouco tempo, a mesa já estava animada e a noite nem havia começado direito. Enquanto conversavam com os amigos, ele sentiu a mão dela subindo pela coxa dele. Instintivamente ele olhou em volta pra ver se alguém havia percebido, mas todo mundo estava empolgado na conversa, inclusive ela, que agia como se não estivesse acontecendo nada, mas embaixo da mesa passeava com a mão apertando e acariciando o pênis dele, por cima da calça. No momento em que ela se preparava para abrir o zíper, chegou mais uma amiga deles, o que a obrigou a parar, e ele agradeceu em silêncio, porque sabia que a situação estava muito preocupante, e ia piorar se continuasse do jeito que estava. Então a amiga propôs que todo mundo se levantasse pra dançar, já que não havia de casa pra ficar parada, e todo mundo atendeu ao chamado.
Quando todo mundo se levantou, ele perguntou a ela se as tequilas que haviam tomado bateram errado, e ela respondeu que era justamente o contrário, bateram certo demais. Enquanto todos dançavam, ele a abraçou por trás, e ela o sentiu que ele continuava ereto. Então, ela começou a se movimentar lentamente, pressionando os quadris contra ele, que respondia a altura, a apertando forte. A luz e a música também ajudavam a criar o clima, e logo haviam outros casais dançando, o que os deixou mais à vontade para se empolgarem um pouco mais. Ele beijava o pescoço dela, o que a fez virar e o beijar com vontade, com as mãos percorrendo os corpos ousada, mas discretamente. Depois de alguns minutos, ele perguntou se já não estava na hora de ir embora, e ela concordou, já que também estava com vontade de terminar o que havia começado. Se despediram dos amigos, e seguiram para casa.
Mal tiveram tempo de entrar, e ele a segurou pelo pescoço e empurrou contra a parede e logo já estava de joelhos, a chupando com devoção. Quando viu que ela estava prestes a gozar, ele parou, o que a deixou desnorteada. "Eu tô só começando", disse ele, enquanto a jogava no sofá.
A madrugada dos dois ia ser longa.
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